
Thais Marques, escritora e editora
Escrita para mães que trabalham fora ou empreendem e se esquecem de si.
Quinze minutos por dia para se olhar de novo, no papel.
No Encontro das Águas, o nosso grupo grátis. Quem está lá entra primeiro na Porta da Lua Nova, em dezembro.
Comece por aqui
O Caderno de Travessia
Três propostas de escrita para você fazer hoje, com o que está ao alcance da mão.
- O cheiroOito minutos a partir do cheiro do lugar onde você está.
- As mãosDez minutos sobre um gesto que alguém te ensinou sem sentar para ensinar: dobrar o pano, passar o café.
- A peleCinco linhas reescritas sem nenhum adjetivo, só com o que uma câmera filmaria.
E mais duas páginas: o mapa do corpo, para marcar onde cada lembrança bateu, e as delícias, três prazeres pequenos que continuaram existindo.
Você deixa o seu e-mail e o caderno chega na hora. Ninguém precisa contar o que não quer.
Quem eu sou
Uma mãe que se reinventou, com o filho ao lado.
Tudo começa com ele, o Luz. A minha luz.
Nós fazíamos doces juntos, depois que eu chegava do trabalho. Os dois de touca, na cozinha: era o tempo que tínhamos juntos.
Durante anos, nos dividíamos entre cozinhar, brincar e fazer a lição de casa. E eu, sem saber se estava sendo mãe, provedora, mulher.
Veio a pandemia, e o doce virou sustento: o pão artesanal e o bolo que eu entregava de bicicleta, porque não se podia usar o transporte público.
No meio de tudo isso, eu escrevia, no intervalo que sobrava.
O Luz cresceu e encontrou o boxe, como uma maneira de cuidar do corpo dele.
E eu fiquei com a bike, que virou trabalho e me devolveu o caminhar.
Foi ele que me levou para receber o prêmio, pelo meu livro que conta toda essa história, na Bienal do Livro de São Paulo.
Eu sou Thais Marques. Hoje ensino mães que trabalham fora, que empreendem, que se dividem entre a maternidade e o sustento da família e não se olham há muito tempo. Quinze minutos por dia é o que você precisa para voltar a olhar para si.Por onde a sua história começa?
Encontro das Águas
Escrever junto com outras mães.
O nosso grupo no WhatsApp, aberto e grátis, para quem quer escrever e não quer fazer isso sozinha.

Quem está no grupo entra primeiro na Porta da Lua Nova, quando a Clareira abrir, em dezembro.

O cômodo reservado da casa
A Clareira
Um lugar secreto, onde cada uma reescreve a própria história, quinze minutos por semana. O que se lê aqui fica aqui.
- A mesa da semana, aberta por mim.
- O clube do livro e a carta do mês.
- A noite da lua nova, ao vivo comigo.
- A Flor de Laranjeira, a nossa comunidade, onde eu estou todo dia.
E fecha na quinta, 10 de dezembro, às 23h59. Quem está no Encontro das Águas entra primeiro, como fundadora: R$ 29,90 por mês, para sempre.
Você entra no Encontro das Águas, o grupo grátis, e recebe a oferta de fundadora antes de todo mundo.
O curso
Com a Própria Voz
Um percurso guiado para começar a escrever sobre a sua história, mesmo sem saber por onde começar.
Nove aulas curtas, uma por dia. Cada uma tem de cinco a sete minutos de vídeo e termina com quinze minutos de escrita, com o vídeo pausado. No fim existe uma página que não existia antes, e ela é sua.

O que você vai escrever, aula por aula










Arraste para o lado para ver as dez aulas.
Para quem é
- Para a mãe que trabalha fora ou empreende e quer um tempo que seja só dela.
- Para quem guarda uma história e acha que não tem o que dizer.
- Para quem já começou um diário e parou na terceira página.
- Você não precisa querer publicar um livro.
Como funciona
- Nove aulas em vídeo, de cinco a sete minutos.
- Quinze minutos de escrita depois de cada aula.
- O caderno de apoio "Inteira o suficiente", em PDF, para escrever à mão ou na tela.
- Você assiste quando puder.
- Você entra no Encontro das Águas, a nossa comunidade de mulheres que escrevem.
- Todo mês, eu leio e comento dez textos das alunas, sorteados entre os que chegam pelo formulário do grupo.
O que você leva
- Um ponto de partida, para não encarar a página em branco sozinha.
- Propostas orientadas, uma por dia.
- Uma cena da sua vida escrita com as suas palavras.
- Formas de continuar escrevendo depois que o curso acaba.

Café coado às cinco e meia. A casa ainda escura, a água subindo no coador, e o barulho que a xícara faz quando encosta na pia.
Uma aula em trinta segundos
O objeto
Escolha um objeto seu: um cheiro, uma fruta, um bilhete, uma peça de roupa. Escreva o objeto, e não o que ele significa. A cena vem junto.
Repare: a frase escrita na foto não explica nada. É por isso que ela funciona.

Quem conduz
Thais Marques
Escritora e editora. Escrevi o meu primeiro livro com dois empregos, acordando às cinco, no meio do ônibus lotado. Sei o que é escrever no intervalo que sobra.
- O Perfume da TangerinaRomance de estreia, lançado na FLIP, em Paraty.
- "O cheiro que ficou"Conto premiado na Antologia Brasiliê, recebido na 28ª Bienal do Livro de São Paulo, em 2026.
- Vamos Atravessar?Podcast sobre memória, corpo e escrita, no Spotify.

O livro
O Perfume da Tangerina
Um romance de memória sobre o que o corpo guarda depois, e sobre o lento aprendizado de seguir vivendo.
A mulher que dá contaSustentar, cuidar, estar sempre disponível, até não saber quem se é quando ninguém mais precisa da gente.
A maternidade que ninguém abençoaO amor que existe junto do cansaço, sem que um anule o outro.
Leitoras
Leu o livro ou fez o curso? Conte aqui.
A sua avaliação chega para mim primeiro. As que você autorizar podem aparecer aqui, com o nome do jeito que você escolher.